Eduardo Coudet abre o jogo sobre transferências

Treinador revelou em entrevista os nomes tentados pelo colorado e o processo de contratação.

Eduardo Coudet abre o jogo sobre transferências
Foto: Max Peixoto

Em entrevista exclusiva á GaúchaZH, Eduardo Coudet abriu o jogo sobre seu processo de contratação juntamente à direção colorada. São oito contratações no total: Moisés, Rodinei, Musto, Thiago Galhardo, Marcos Guilherme, Gabriel Boschilia, Gustavo e, mais recentemente, Renzo Saravia. Chacho entregou uma lista de jogadores para os dirigentes e afirmou que todos os nomes foram tentados.

Quando chegou no colorado, Coudet pediu a contratação de Musto para disputar vaga com Lindoso como primeiro volante e Nonato era o mais cotado para a vaga central. Entretanto, o jogador não teve o retorno desejado e muitos atletas foram tentados para a posição. Nacho Fernández quase fechou com o colorado e seria a maior contratação da história do clube. Franco Cervi foi outro nome tentado, mas o Benfica decidiu utilizar mais o jogador e a negociação não teve continuidade. Pol Fernández, ex-Racing, também foi tentada a contratação, mas já havia fechado com o Boca Juniors.

As três possibilidades acima já foram descartadas, mas Coudet afirmou que há um nome ainda na pauta: Charles Aránguiz. O treinador disse que Aránguiz seria perfeito para a função central e que espera ainda poder contar com o atleta. Outros nomes foram citados por Coudet, como Yony González, Oscar e Taison. O argentino afirmou que gosta da ideia de contratar jogadores que já passaram pelo clube.

Perguntado sobre a contratação de Renzo Saravia, último reforço colorado, Eduardo Coudet afirmou que ficou surpreso. Apesar de estar na sua lista, o treinador comentou que Saravia era uma contratação difícil, com alto valor, e que já havia descartado sua vinda. 

Por último, Coudet teceu elogios a uma prata da casa: Bruno Praxedes. O treinador comparou-o a Giovani Lo Celso, jogador que treinou no Rosario Central e que hoje integra a equipe do Tottenham, da Inglaterra. Entretanto, Praxedes precisa segurar menos a bola, pois a função exige dinamicidade.