sexta-feira, 03/07/2020
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Onde Estão: os campeões de 2010

Em 2010, o Inter se preparou. Trouxe goleiro consagrado no Boca, fortaleceu a defesa e lançou promessas ao futebol mundial. O resultado está na história: o bicampeonato da Libertadores da América. Passada uma década, onde estão os protagonistas daquele título?

Abbondazieri

Pato foi contratado exclusivamente para a campanha da Libertadores e deu resultado. O goleiro ficou eternizado na história colorada ao conseguir reverter a marcação de um pênalti contra o Deportivo Quito. Perdeu espaço com a demissão de Jorge Fossati e encerrou a competição no banco. Encerrou sua carreira em dezembro daquele ano e apostou em um novo esporte: o automobilismo. Após se aventurar na Top Race com o ex-companheiro Martín Palermo, os dois seguiram unidos ao treinar o Godoy Cruz, Arsenal de Sarandí, Unión Española e Pachuca.

Renan

Outro jogador que chegou em meio à campanha, Renan assumiu a titularidade na reta final. No ano seguinte, perdeu espaço para Lauro e, posteriormente, para Muriel. Foi negociado com o Goiás e tornou-se ídolo do Esmeraldino. Depois de 200 jogos com o clube, acertou sua ida ao Ceará. Passou ainda pelo São Bento até retornar ao Sul para jogar no Esportivo, já com 35 anos.

Nei

O homem que marcou gol na equipe de Pep Guardiola ficou no colorado até 2012. Foi negociado com o Vasco e começou como titular. Após más atuações e a chegada de Fagner, perdeu espaço. Em 2015 foi para o Paraná e passou por Grêmio Novorizontino, Almirante Barroso e Prudentópolis.

Bolívar

O capitão do título ficou no clube até 2013, ocasião em que foi negociado com o Botafogo. Ficou cerca de dois anos no Rio de Janeiro e deixou a Estrela Solitária por conta de divergências com a diretoria. Passou ainda por Novo Hamburgo e Portuguesa até se aposentar em 2015. Fora dos gramados, começou sua trajetória como técnico em 2018. Treinou União Rondonópolis, Barra de Camboriú, Novo Hamburgo, Cianorte, Brasil de Pelotas e atualmente comanda o Vila Nova.

Índio

O maior campeão da história do clube seguiu no Beira-Rio até o fim de sua carreira em 2014. Até poucos dias atrás seguia vinculado com o Inter, mas teve seu contrato rescindido após a pandemia do coronavírus.

Kléber

Autor de cruzamentos precisos, Kléber Chicletinho ficou até 2013 no Inter. Teve uma queda de rendimento e chegou inclusive a ser reserva em suas últimas partidas. Defendeu o Figueirense na temporada seguinte e encerrou sua carreira em 2014.

Guiñazu

El Cholo ficou no colorado até 2012 e retornou ao seu antigo clube, o Libertad do Paraguai. Sua passagem lá não durou muito e o volante foi vendido ao Vasco. Defendeu os cariocas até 2015 e retornou à Argentina. Ficou no Talleres até 2019 e, aos 40 anos, anunciou sua aposentadoria.

Sandro

Uma das revelações do final da década, Sandro foi vendido como promessa para o Tottenham logo após a conquista da Libertadores. Ficou no clube até o fim de seu contrato em 2014 e assinou com o Queens Park Rangers. Passou por West Bromwich, Antalyaspor, Benevento, Genoa e Udinese. Em 2020, acertou sua volta ao Brasil para atuar pelo Goiás.

D’Alessandro

No Internacional desde 2008, Andrés Nicolás D’Alessandro tornou-se um dos maiores ídolos do clube. Segue com a camisa 10 até hoje e se ausentou do clube apenas em 2016. Após divergências com a direção, o meia foi emprestado ao seu clube formador River Plate. Passado o período de um ano, D’Ale voltou a Porto Alegre e retomou sua titularidade.

Giuliano

O talismã de 2010, Giuliano saiu do colorado no começo de 2011 para o Dnipro. Ficou na Ucrânia até 2014 e então voltou ao Rio Grande do Sul. Porém, para a infelicidade dos colorados, o destino de Giuliano seria o Grêmio. Teve dois anos de destaque no tricolor e foi negociado com o Zenit, da Rússia. Atualmente integra o elenco do Al Nassr.

Taison

Fundamental no título de 2010, Taison foi vendido ao Mettalist. Dois ano depois, o Shakhtar desembolsou 15 milhões de euros para contar com o ponta, que estava no radar de diversos clubes europeus. Ídolo e craque na Ucrânia, Taison já revelou em mais de uma ocasião seu desejo de retornar ao Inter.

Alecsandro

O camisa 9 saiu do Internacional um ano após vencer a Libertadores da América e passou a integrar o Vasco. Rodou por Atlético Mineiro, Flamengo, Palmeiras, Coritiba, São Bento e atualmente está no CSA. Marcou passagem por diversos clubes em que atuou.

Rafael Sóbis

Colorado de sangue, Sóbis não teve seu contrato renovado ao final de 2010 e foi emprestado pelo Fluminense. Tornou-se ídolo no clube carioca e foi vendido em 2015 para o Tigres do México. Chegou a ser carrasco do Inter na Libertadores daquele ano, eliminando seu clube do coração nas semifinais. Jogou pelo Cruzeiro por três temporadas até ser contratado novamente pelo Internacional em 2019. Não renovou seu contrato e agora integra a equipe do Ceará, com 34 anos.

Tinga

Assim como Sóbis e Bolívar, Tinga saiu do clube após a conquista de 2006 e retornou a tempo de ser bicampeão. Em 2012, foi negociado com o Cruzeiro e por lá se aposentou três temporadas depois. Na Raposa Tinga começou seus primeiros passos fora dos gramados, atuando como gerente de futebol em 2017. Desde então o ex-jogador é responsável por diversas ações sociais e chegou, inclusive, a ser convidado pelo presidente para assumir a Secretaria do Futebol e Direitos do Torcedor.

Wilson Mathias

Reforço “espetacular” do clube, Wilson Mathias foi um dos coadjuvantes da conquista da América. Saiu do Inter em 2012 por empréstimo para a Portuguesa. Rodou pelos mexicanos Toluca, Veracruz, Chiapas, Querétaro e Dorados. O volante voltou ao Brasil para se aposentar no Oeste em 2017.

Andrézinho

O eterno décimo segundo jogador, Andrézinho ficou no Inter até 2011. Assim como Bolívar, o destino do meia foi o Botafogo e lá conquistou o Campeonato Carioca de 2013. Saiu para o Tianjin Teda, da China, e retornou ao Rio de Janeiro em 2015 para jogar no Vasco. Jogou ainda no Goiás e se aposentou no Nova Iguaçu.

Leandro Damião

Um dos maiores artilheiros da história do Inter teve seu primeiro momento marcante justamente na final de 2010. Damião tornou-se sensação e foi goleador em 2011. Era cotado como o novo centroavante da Seleção Brasileira, mas passou a conviver com lesões. Foi vendido em 2014 para o Santos pelo alto valor de R$40 milhões. Não rendeu no peixe e rodou por Cruzeiro, Real Bétis e Flamengo até ser novamente emprestado ao Internacional. Jogou cerca de duas temporadas no colorado e chegou a marca de 108 gols pelo clube. Atualmente defende o Kawasaki Frontale do Japão.

Jorge Fossati

Campeão da Sul-Americana de 2009 com a LDU, Fossati chegou no Inter para a campanha da Libertadores. Levou o time às semis, mas os seguidos jogos ruins nos demais campeonatos fizeram com que fosse demitido. Teve diversas passagens em clubes árabes, além do Cerro Porteño, Peñarol e River Plate do Uruguai.

Celso Roth

Um dos treinadores mais clássicos do Rio Grande do Sul, Celso Roth foi demitido após a derrota no Mundial de Clubes e ficou desempregado no primeiro semestre de 2011. Acertou sua ida ao Grêmio no mesmo ano e depois passou pro Cruzeiro, Coritiba, Vasco da Gama até retornar ao Inter no infame ano de 2016. Foi um dos quatro treinadores daquele ano e não conseguiu impedir o rebaixamento.

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