domingo, 17/01/2021
Início Colorado Raio X: O gigante Abel Braga

Raio X: O gigante Abel Braga

Um dos maiores ídolos da história do Inter, Abel Carlos da Silva Braga mais conhecido como Abel Braga, é um dos grandes nomes da história do futebol brasileiro. Seja como técnico ou jogador, o carioca conquistou uma história rica no futebol.

O Início:

Com apenas 19 anos de idade, o zagueiro Abel estreou pelo Fluminense em 1971. Foi emprestado para o Figueirense, em 1973. Disputou o Campeonato Brasileiro daquela temporada como titular, voltando ao tricolor das laranjeiras em 1974. Ao fim de 1976, Abel mostrou pela primeira vez algo que seria marcante em sua carreira: a personalidade forte e uma inconformidade.

Naquele ano o Fluminense era um dos melhores clubes para qualquer atleta do Brasil, o tricolor era a equipe mais forte do Rio de Janeiro, e constantemente era favorita no Brasileirão. Porém, o zagueiro buscava se marcar no futebol como titular e até mesmo chegar a Seleção Brasileira, portanto trocou a sua zona de conforto por um novo desafio, se transferindo para o Vasco da Gama em 1977.

Vasco da Gama e Seleção Brasileira:

Se o Fluminense vivia um ótimo momento, o mesmo não podia se dizer do Vasco. O clube português do Rio de Janeiro não era campeão estadual desde 1970. Mas se a carreira de Abel foi feita de desafios e façanhas, essa seria a primeira.

O zagueiro foi um dos destaques ao lado de Mazzarópi e Roberto Dinamite para acabar com o incômodo jejum dos vascainos. A decisão do Carioca de 77 também foi histórica por outra razão: Foi a primeira final de campeonato que reuniu frente a frente Vasco e o seu maior rival, Flamengo.

Após um empate por 0 a 0, o jejum acabaria em uma emocionante decisão pelas penalidades máximas. O Vasco derrotava o rubro-negro carioca de Zico e Júnior, voltando a ser campeão estadual.

Inteligência e garra foram os fatores determinantes para Abel Braga ter sucesso no futebol. Com seu trabalho insaciável o zagueiro permaneceu por três anos no Vasco, disputou mais de 150 partidas e chegou até mesmo participar da Copa do Mundo de 1978. Porém, como um conquistador nato que foi ao longo de carreira, Abel novamente deixou uma zona de conforto, dessa vez para abrir caminhos na Europa.

Abel Braga brilhou no Vasco da Gama

Europa:

Muito antes de Neymar, Thiago Silva, Ronaldinho e Raí, foi Abel o destaque brasileiro do PSG. O zagueiro foi um dos primeiros atletas canarinhos a fazer sucesso na França, sendo titular da equipe por dois anos.

O país da Bastilha foi determinante para o futuro da carreira do zagueiro como técnico. Abel não superou apenas o frio europeu, ou o idioma, como também se aperfeiçoou com novas táticas, se tornando definitivamente um treinador dentro dos gramados.

Abel Braga foi um dos primeiros brasileiro a atuar na França

Retorno ao Brasil, aposentadoria e o início como técnico:

Retornou ao Brasil em 1981 para defender o Cruzeiro, no ano seguinte se transferiu para o Botafogo. Às fortes dores que sentia no joelho, consequência de sua entrega absoluta nas partidas, ocasionou em uma aposentadoria cedo dos gramados. Aos 33 anos em 1985, Abel Braga se aposentou, seu último clube foi o modesto Goytacaz, do Rio de Janeiro.

Abel Braga voltou ao Brasil para defender o Cruzeiro

O ex-zagueiro se formou em Educação Física, e logo no início de sua carreira como técnico, enfrentou um grande desafio: Trabalhar em Portugal. No país lusitano sua história começou no modesto Rio Ave, onde comandou o clube por apenas 1 temporada, retornando ao Brasil para treinar o Vitória.

Após passar por Vitória e Botafogo, Abel Braga viria conquistar o seu primeiro título como treinador, o campeonato pernambucano de 1987, pelo Santa Cruz. Essa conquista seria a sua passagem para treinar o Inter pela primeira vez, no ano seguinte.

 

A primeira vez no Inter:

Mesmo sem nenhuma relação com o clube, a paixão entre Inter e Abel Braga foi platônica. O carioca se identificou com a forma de torcer dos colorados e rapidamente virou um torcedor do clube. Mesmo sem ter conquistado nenhum título, a sua primeira passagem foi  intensa, e para muitos, até mesmo injusta. Abel e Inter mereciam ter saído com algum título nesse primeiro capitulo da história entre ambos.

O comandante ficou conhecido no Inter por ser um “paizão”. O técnico formou uma família no colorado em 1988, e levou um time que não era favorito, a ser protagonista no país. Após eliminar o Cruzeiro, o adversário nas semifinais do Brasileirão era o Grêmio, confronto que ficaria marcado para sempre como o “Gre-Nal” do século. No confronto, Abelão foi determinante para uma das maiores viradas da história colorada.

No primeiro tempo, a sua equipe havia sido dominada pelo Grêmio, e perdia por 1 a 0, com um jogador a menos. o Inter estava sendo eliminado para o seu maior rival dentro da sua própria casa. Foi nesse contexto que Abel virou figura chave para a virada colorada. O comandante remontou os seus jogadores taticamente e os deixou com sangue nos olhos para conquistar uma vitória épica.

Com dois gols de Nilson e muita emoção, a virada chegou e o Inter se classificou para a final do campeonato. Porém, no maior balde de água fria da história colorada, a equipe de Abel Braga se viu superada pelo surpreendente Bahia, perdendo Brasileirão. Mas não houve tempo para lamentações no Beira-Rio, a Libertadores já estaria por começar

Pela competição mais importante do continente, o Inter voltou a brilhar. Chegando até a semifinal da competição, enfrentando o Olímpia do Paraguai. Após vencer o rival paraguaio fora de casa, todos davam o Inter como finalista da Libertadores. Porém, na partida de volta no Beira-Rio, aconteceu uma das maiores tragédias do estádio:

A equipe de Abel saiu vencendo por 1 a 0, aumentando ainda mais a vantagem colorada. Mas o time paraguaio não se deu por vencido, o clube paraguaio virou a partida para 3 a 2, levando a semifinal para os pênaltis. E nas penalidades máximas… O Olímpia acabou com o sonho do Inter de ser campeão da libertadores, traumatizando uma geração inteira de colorados.

A primeira passagem de Abel Braga no Inter se resume a bater na trave. Por pouco o treinador não conquistou títulos importantes, como um Brasileirão e uma Libertadores. Às derrotas em sequência interromperam o belo trabalho do técnico no colorado, e Abel voltaria a treinar em Portugal.

Abel comemorando o segundo gol de Nilson, no Gre-Nal do século

Anos dourados em Portugal:

Em sua volta para a terra lusitana, comandou o Famalicão por duas temporadas, levando o modesto clube português para a primeira divisão. O sucesso de Abel em Portugal, lhe deu a chance de treinar uma equipe de maior expressão: O Belenenses.

Por lá, comandou a equipe por 3 temporadas, criando um elo de identificação com a torcida e clube. Chegando até mesmo “conquistar” a posição de 7° lugar com sua equipe na Liga Portuguesa, um feito histórico para o Belenenses.

Por fim, trabalhou no Vitória de Seubal por uma temporada, antes de voltar ao Brasil. Abel trabalhou na Europa por 6 anos seguidos, um feito que abriu portas paras os treinadores brasileiros no velho continente.

Abel abriu espaços para os brasileiros na Europa

O amor pela Ponte Preta:

No futebol, o amor não vem somente com os títulos. O sentimento de identificação no maior esporte do mundo também ocorre nos piores momentos. E foi assim que foi criada uma das maiores paixões de Abel Braga, a querida Ponte Preta.

Abel chegou na Macaca em 2003, com o clube lutando contra o rebaixamento, e também em uma forte crise financeira. Mas, que deveria ser motivo de rompimento serviu como cola para uma relação de cumplicidade.

A situação no clube era tão complicada, que durante toda a temporada, a refeição para os jogadores foi a mesma: Macarrão com salsicha.

Abelão abraçou todo o clube: os jovens jogadores, os funcionários, abraçou a todos. Chegando até mesmo ajudar financeiramente alguns jogadores, e abastecendo o clube com refeições.

E a resposta de todo um trabalho que iria além dos gramados, foi a permanência improvável do clube na Série A daquela temporada. Após vencer o Fortaleza por 2 a 0, no Moisés Lucarelli, a apaixonada torcida invadiu os gramados, festejando como título. E a partir deste momento, Abel se eternizou no coração dos torcedores da Ponte, e a Ponte Preta, se eternizou no coração de Abel Braga.

Abel é muito idolatrado pela torcida da Ponte Preta

Às fortes derrotas na Copa do Brasil: 

Após virar herói na Ponte Preta, Abel passou por um dos momentos mais complicados em sua carreira, onde foi definido pela imprensa nacional como azarão. As críticas mais fortes até mesmo o chamavam de fracassado. Tudo isso por conta de suas derrotas nas finais da Copa do Brasil de 2004 e 2005, quando o técnico passou por Flamengo e Fluminense.

No ano de 2004, Abel tinha tudo para se consagrar no clube mais popular do Brasil. Pelo Flamengo o treinador conduziu a equipe ao título estadual, e levou o Rubro-Negro para a final da Copa do Brasil.

Na grande decisão, o clube carioca enfrentaria uma das zebras da competição, o Santo André. Portanto, todos já davam o Mengão como o grande campeão da competição. O sentimento de favoritismo aumentou ainda mais depois da partida de ida terminar empatada por 2 a 2. Certamente em um Maracanã lotado de flamenguistas, um simples 0 a 0 já daria o título para o Flamengo.

Porém, o favoritismo sucumbiu diante do Santo André. Em pleno Maracanã lotado, o Mengão foi derrotada por 2 a 0. Após a partida, Abel sofreu duras críticas da imprensa, o treinador também declarou que foi a derrota mais pesada em toda sua carreira.

No ano seguinte, Abel teve a chance de se redimir pela mesma competição. Mas dessa vez, no comando do Fluminense. No tricolor carioca, o técnico foi bicampeão carioca e chegou pela segunda vez seguida na final da Copa do Brasil, e o adversário novamente era uma zebra: O paulista de Jundiaí.

Derrotado por 2 a 0 na partida de ida, Abel tinha novamente um Maracanã lotado a sua disposição. Mas assim como aconteceu na temporada anterior, sua equipe sucumbiu a pressão e foi superada pela zebra. A equipe paulista segurou a pressão carioca e conquistou um empate por 0 a 0, levando o título para a casa.

America e Mundo:

Abel era o nome certo para dar títulos ao Inter

Derrotado e machucado, foi assim que Abel Braga retornou ao Inter em 2006 para viver o seu melhor ano no futebol. Sendo campeão da América e do Mundo. Mas o começo não foi fácil, pela 3° vez seguida Abel perderia uma final em casa, dessa vez no Estadual.

Apesar de ter perdido para Santo André e Paulista, a derrota para um Grêmio muito inferior em pleno Beira-Rio foi constantemente comparada a essas decisões, pressionando mais ainda o comandante e o próprio Inter.

Mas se Abel era muito pressionado, o mesmo acontecia com o Colorado. Sem títulos expressivos desde 1992, os dirigentes e todos os jogadores estavam mais do que mobilizados para fazer o Inter voltar a ser campeão. Portando técnico, atletas e a direção criaram um elo de confiança, que levaria o clube ao nível mais alto do futebol mundial.

Os gols de Alex e Fernandão contra o Libertard acabariam com o fantasma do Olímpia de 1989 e levariam Abel para mais uma grande final seguida. Dessa vez a maior de todas, a mais importante, a Libertadores da América.

Diferente dos anos anteriores, Abel não levava consigo o peso do favoritismo, isso seria responsabilidade do adversário. O rival na final era ninguém menos que o atual campeão da América, do Mundo e futuro tricampeão Brasileiro, o São Paulo.

Como foram as finais tu já sabe, Rafael Sóbis brilhou e no Beira-Rio o Inter superou toda pressão de décadas pela espera da Libertadores e se sagrou campeão. Com o apito final, Abelão sentiu na pele o que todo colorado estava sentindo, por isso não havia homem melhor para libertar um povo colorado que se sentia oprimido pela falta de glórias.

O título encerrou um ciclo brutal que começou com o Gre-Nal do Século e passou pelas derrotas de Bahia e Olímpia. Mesmo ciclo que passou por Abel Braga: Às derrotas na Copa do Brasil para Santo André e Paulista. Portanto, tanto Inter quanto Abel estavam libertados de seus sofrimentos.

Para coroar o belo trabalho do técnico nos últimos anos e até mesmo o vice campeonato brasileiro após a conquista da América, o Inter conquistou o título do Mundo contra a melhor equipe do globo, o Barcelona de Ronaldinho.

No Mundial, Abel Braga foi um evangélico e atualizou a história bíblica de Davi e Golias, e provou novamente em sua carreira, a arte de saber se superar. Para chegar ao título o comandante levou os seus atletas a se superarem na tática, na determinação, na garra e principalmente no espirito, para reunir as energias suficientes para derrotar um adversário gigante.

E do título mais importante da história do Internacional, saiu de uma das características mais importantes de Abel Braga: O elo de confiança entre treinador e jogador.

Gabiru e Abel

Adriano Gabiru era muito criticado pela torcida desde que chegou no Beira-Rio. O atacante não contava nem com a confiança da direção colorado, que não queria a presença do atleta no Japão. Porém, Abelão bateu o pé no chão, e contra a vontade de todos, levou Gabiru para o Mundial, e lhe-deu a camisa de número 16.

Até ai tudo bem, para os colorados Gabiru só iria figurar entre os jogadores. Porém, quando Fernandão exausto foi obrigado a ser substituído entre os 30 minutos do segundo tempo, Abel Braga olhou para o banco de reservas e escolheu justamente ele: O mais criticado, Adriano Gabiru.

E o destino quis que a visão única de Abel Braga sobre o atacante, desse para o Inter o gol mais importante de sua história. Me perdoa Gabiru, me perdoa Abel.

Abel Braga sendo parabenizado pelo ex-presidente da republica Lula

Se Abel libertou o povo colorado do sofrimento pela falta de títulos, ainda no Inter, o comandante acabou de vez com a ‘touca’ que era o Juventude.

Envolvido em vários momentos importantes na história rica do Inter, como no Gre-Nal do Século e títulos da América e Mundo, era Abel Braga o comandante da equipe colorada que goleou a velha touca por 8 a 1, na final do Gauchão de 2008.

O Mundo Árabe:

Como foi na década de 70 ao ir para França, assim como mostrou na década de 80 e 90 em Portugal, Abel continuou abrindo espaço para os brasileiros exterior a fora.

Dessa vez o ídolo colorado foi trabalhar no mundo árabe, pelo Al Ja-Jazira. Nos Emirados Arabes, Abel foi novamente campeão, conquistando três títulos de peso nacional e permanecendo no clube por 3 anos.

Abel Braga teve uma passagem de destaque no Mundo Árabe

Retorno ao Fluminense:

Após permanecer no clube árabe por mais de 3 temporadas, Abel encontrou um novo desafio em sua carreira: Ser campeão pelo seu clube formador, brilhar no Fluminense.

A missão de Abel Braga no Fluminense era pessoal, o objetivo do técnico era acabar com a dolorosa lembrança de 2005 e conquistar títulos importantes pelo clube.

Novamente o ano começou bom para todos,  assim como em 2005. O tricolor das laranjeiras venceu o Botafogo e foi campeão carioca. Mas o foco era o Campeonato Brasileiro, título que o treinador ainda não havia conquistado em sua carreira. Com os velhos conhecidos Rafael Sóbis e Edinho no elenco, Abel contou com uma ajuda colorada para chegar até o título nacional.

Missão dada é missão cumprida, liderado por um Fred no auge, Abel Braga conquistou um título importante para o Fluminense, acabando com o trauma de 2005. Sobe o seu comando, o tricolor foi campeão com 77 pontos conquistados, cinco pontos a frente do vice-campeão Atlético Mineiro.

Abel Braga comemorando o título brasileiro com um dos atros do time, Thiago Neves

A última passagem pelo Inter:

 

Abel é o segundo técnico que mais comandou o Inter, com 328 partidas

Abel Braga passou por diversos momentos impactantes na história do Inter: Gre-Nal do século, passagem no clube pelos anos 90, conquista da América e do Mundo e acabando com a touca do Juventude.

Portanto, ninguém seria melhor que Abel Braga para conduzir o Inter em 2014, o primeiro ano do novo Beira-Rio.

Acostumado com o gigante dos anos 70, 80 e início do novo século, Abel foi escolhido como técnico para a reinauguração da casa dos colorados. A pressão era novamente grande, o Inter não poderia fazer feio em sua casa nova.

Abel se aproveitou de treinar o Inter por mais uma vez e “limpou mais um trauma do passado” superando o Grêmio na final do Gauchão… e que superação. O colorado bateu o maior rival dentro da própria Arena (por sinal, primeira e unica vitória do Inter no estadio gremista até hoje) e em caxias, no estádio centenário, se tornou campeão estadual com uma goleada impecável, por 4 a 1.

O objetivo do Inter era reinaugurar o Beira-Rio acabando com o jejum de títulos no Campeonato Brasileiro. Mas isso infelizmente não foi possível. A mão de obra para Abel Braga não era das melhores. Porém, o colorado chegou a brigar pelo título contra o Cruzeiro, e no fim, terminou o Brasileirão na 3° colocação, conquistando a classificação para a Copa Libertadores.

Como revelou no Bairrista FC, após o maluco jogo contra o Figueirense, pela última rodada do Campeonato Brasileiro de 2014. Abel Braga ligou para sua mulher e afirmou que seria campeão da América novamente com o Inter no ano de 2015.

Porém, infelizmente para Abel e para a maioria dos colorados, o presidente eleito no fim de 2014, Vitório Piffero abriu mão do trabalho de Abel Braga para 2015

Após mais uma passagem histórica pelo Inter, Abel voltou a treinar o Al-Jazira, passou por Fluminense, Flamengo, Cruzeiro e recentemente deixou o Vasco.

Com uma história gigantesca, Abel Braga é um dos maiores nomes da história do futebol brasileiro, seja pela suas superações, pelo seus trabalhos foras do Brasil ou por seus títulos.

No colorado, Abel é o segundo técnico com maior número de jogos, com 328 partidas. Perdendo apenas para Tetê que treinou o Inter na década de 50.

Um grande viva, a Abel Carlos da Silva Braga, um dos maiores no futebol nacional, e por que não? O maior técnico da história do Inter.

 

 

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

mais lidas

Renato perde a paciência e esbraveja contra a imprensa: “Quando eu tiver 200 milhões para gastar, podem me cobrar futebol bonito”

O Grêmio venceu o Bragantino, engatou quatro vitórias consecutivas e escalou até a oitava posição do Campeonato Brasileiro. Ainda assim, os três pontos não...

7 imagens que mostram como usuários do Instagram distorcem a realidade

Frame na TV versus foto no insta: Esqueceu de alterar a sombra... a J-Lo nem se deu ao trabalho de ter o produto em casa nesse...

CBF divulga datas das finais da Copa do Brasil e Grêmio terá problema caso Palmeiras vença Libertadores

O Grêmio já sabe as datas em que pode jogar as finais da Copa do Brasil. Agora, o tricolor só aguarda o desfecho da...

O que o Ypiranga precisa para garantir o acesso à Serie B

Mesmo na lanterna do Grupo D, o Ypiranga ainda pode garantir o acesso na última rodada do quadrangular da Série C. Neste sábado, o...